José Coelho de Mendonça
Eu me chamo José Coelho de Mendonça, há sete anos não tinha muitas expectativas em relação ao meu futuro, até mesmo por situações financeiras e falta de oportunidades. Mas, como nada acontece por acaso, conheci um cabeleireiro chamado Ricardo; que me levou até o Projeto Tesourinha e assim que cheguei fiquei super empolgado com aquela energia e já sentia que havia algo de especial pela frente.
No meu primeiro dia conheci o fundador do Projeto Tesourinha, Ivan Stringhi, a professora Priscilla Bento e toda a sua equipe. Logo de cara senti uma energia muito boa; pessoas do bem com um só propósito: “Uma gota gera um onda”.
Nos dias de curso, a cada dia me apegava mais em tudo que aprendia de novo e percebia que era aquilo que queria para mim; pois sempre conspirei na teoria das possibilidades. Como poderia ser, afinal de contas iria mexer com o psicológico das pessoas.
Com o passar do tempo fui me envolvendo, participando de algumas apresentações do Ivan e de outros profissionais renomados e percebi algo diferente... Quanto ao sorriso!
Eles cortavam cabelos sorrindo!
Foi aí que perguntei para minha professora quanto custava o corte do Ivan e ela me respondeu tal valor. Logo respondi: - “Nossa... que caro!” – Mas, na mesma hora, passou-me pela cabeça os sorrisos e olhares de satisfação e realização pessoal, era isto mesmo... “Arte não tem preço!”
Tornei-me um profissional e o projeto não me desamparou; continuou me dando oportunidades através de estágios nos melhores salões e no que mais eu precisei.
Observando profissionais renomados em meu dia-a-dia, percebi que também poderia chegar lá; pois tenho duas mãos, um cérebro e muita audácia.
Na ocasião que me encontrava, o meu lema era estar entre os melhores e percebi que tudo que a gente faz é porque gosta e procura estar sempre entre os melhores que executam aquele tipo de função; o sucesso profissional é conseqüência.
Hoje sou profissional há seis anos. Considero-me um bebê na profissão; mas continuo atrás do meu objetivo. Se não chegar lá será o mais próximo possível e o salão me deu esta diretriz.
Trabalho em um salão conceituado, onde o meu corte custa R$ 127,00 (cento e vinte e sete reais) – e já custou R$ 5,00 (cinco reais)... E eu quero mais!
Não pensem que foi fácil, porque às vezes faltava a grana do lanche; mas da passagem eu arrumava.
Hoje vou trabalhar sorrindo á toa; pois, sou pirado no que faço. Na parte financeira, nunca imaginei ir tão longe com tão pouca informação (diploma superior).
“O que é meu está guardado, Deus proverá e assim eu sigo em frente”.